É foda demais
Somos brasileiros e formados por uma mistura cultural que resulta em uma explosão sensorial fantástica. Acompanhe por aqui nosso manifesto de amor à música brasileira. Produzimos 5 vídeos de artistas pra lá de especiais, que captam essa essência do derretimento que é o Brasil. Siga essa pilha boa nessa página.
Alô, paixão!

Junho é lembrado pela chegada do inverno, frio, um vinhozinho e, claro, pelo Dia dos Namorados. Inspirados nesse cenário, criamos a nova playlist da campanha “Tric Tric no Fluxo” no Spotify, que não podia ter nome mais apropriado para o período – “Rostinho Colado”.

Pra embalar os corações palpitantes, a compilação de junho traz grandes clássicos do estilo brega e romântico, com alguns namoricos no samba canção e na mpb. Uma seleção ideal pra curtir a dois, bem pertinho, porque sim, todo amor tem uma pitada de brega!

Então arrasta o sofá, diminui a luz, põe tua Tric Tric e arrasa no passinho!
Aperta o play e boa diversão !

*Texto e seleção musical de Manoel Canepa, DJ e mentor da Fluxo Music Branding. 

O verão acabou, a música tropical brasileira não!

Carnaval passou, o verão acabou, outono chegou, mas as lembranças da temporada em que o Brasil fica ainda mais tropical seguem vivas na memória da maioria das pessoas. Pensando nisso, a Fluxo montou para a TricTric uma playlist com o gostinho da última estação, recheada com muita música tropical brasileira, é claro! A seleção musical integra a campanha “TriTric no Fluxo”, parceria da TricTric com a Fluxo Music Branding iniciada justamente nesse último verão, onde foram lançadas as playlists dos “Orixás” e outra especial de “Carnaval”.

Para essa terceira playlist, a preparamos uma compilação com grandes clássicos misturados à novidades fresquíssimas da nova música brasileira.Por falar em novo, recomendamos vocês degustarem a seleção “Deságuas” abrindo alas para a nova edição de camisas da TricTric, que vem chegando em poucos dias!

Boa diversão!

Texto e seleção musical por Manoel Canepa, Dj e mentor da Fluxo Music Branding.

TricTric cai na folia e lança playlist de Carnaval

Após lançarmos o canal Spotify com a benção dos Orixás, pegamos o embalo de uma das principais manifestações da cultura nacional – o CARNAVAL - pra apresentar a nossa nova playlist, que vem no pique do tamborim, no toque da platinela, na vibração do agogô.

A segunda seleção da campanha “TriTric no Fluxo”, parceria da TricTric com a Fluxo Music Branding propõe um carnaval miscigenado, com diversos ritmos que compõem a música brasileira, de norte a sul, leste a oeste. Falou em carnaval, falou em samba carioca, em marchinha, claro, mas também estamos falando do frevo de Olinda, do axé de Salvador, do coco e do carimbó paraense, e até, porque não, dos blocos de rua de Porto Alegre.

Então põe tua camisa TricTric, que abadá melhor não há, aperta o play, arrasta a sandália e vai no sapatinho, até gastar!

 

Texto e seleção musical de Manoel Canepa, DJ e mentor da Fluxo Music Branding.

Primeira playlist da TricTric no Spotify homenageia Orixás

 E enfim, chegou o canal da TricTric no Spotify, não por acaso, recheado de pérolas nacionais, porque A MÚSICA BRASILEIRA É FODA DEMAIS. Tava na hora de estreitarmos ainda mais os laços com a música, oferecendo novos canais sonoros, além dos tradicionais vídeos dos artistas parceiros da marca.

A primeira playlist tem seleção musical de mais uma parceria massa, a Fluxo Music Branding. Os caras realizam curadoria e gerenciamento musical para marcas, peças audiovisuais, espaços físicos e virtuais e eventos. E eles já estão aquecendo as próximas! Daora!

Quem assina a curadoria da seleção que abre a campanha “TricTric no Fluxo” é o DJ Manoel Canepa, mentor da Fluxo Music Branding e detentor de um rico trabalho de pesquisa e discotecagem com a música brasileira (entre outros gêneros), em especial, através do evento a qual participa da produção e residência sonora, o projeto Made in Brazil, em Porto Alegre, RS.

Aproveitando todo o axé e bons fluídos de Iemanjá, às vésperas do dia 2 de fevereiro, vai ao ar a playlist que homenageia não só a Rainha do Mar, mas todos os ORIXÁS.

Se você não está na beira mar, é pra lá que ela te leva. Se está, é só vestir a camisa e soltar o som no melhor estilo TricTric.  Aperte o play! Odoyá!

 

 

Junio Barreto por Tric Tric

 

// Perguntas para UM PERFIL NADA FAKE // Por Carlinhos Carneiro  // Crooner // Escritor //

Os artistas TricTric foram expostos ao Infalível Método Só Mascarenhas de Reconhecimento da Alma Humana com 3 Perguntas, desenvolvido para sacar qualé a das pessoas envolvidas nas mais diversas atividades, mundanas e espirituais, e geralmente colocado em prática sem nenhum propósito maior, além do mero small talking during dinners. Lhes foi pedido que respondessem às próximas 3 (três) perguntas sem pensar muito, deixando as palavras fluírem como um iceberg derretido pelo aquecimento global boiando em um oceano estranho e distante de seu lar - antes, portanto, dele perceber-se um pedaço de gelo sem lar (mar):

CC: Qual a cor mais linda para se usar em um dia péssimo?
Junio: Qualquer cor viva, que alegre o mundo! 

CC: Que tipo de gente você gostaria de ter ao seu redor em uma balsa para o Paraíso (existem inúmeras cidades, bairros, prédios, bares, lojas, puteiros ou lan houses chamados Paraíso por aí. Escolha o seu e responda a pergunta pensando nele, belê?!)
Junio: Gente verdadeira, sem preconceitos, que gostam de viver no intenso e que amam a vida.

CC: O que cantam as vozes que moram na sua cabeça?
Junio: Cantam os sons do silêncio e os que na beleza interferem  melodicamente  os sons da natureza.

Então, quem é Junio Barreto?! Só Mascarenhas conclui:
Caruaru há de festejar esse ser tão seu, sua voz grave, suas palavras bonitas e seu coloquial todo perfumado pra se exibir pras visitas. Junio Barreto cosmopolita, antena captando um samba com a batida programada por um coração aflito e transmitindo uma rede de brinquedos de montar, cheia de polissilábicos diminutivos que se refestalam entre o sempre e o daqui a pouco. Compositor de destaque entre brilhantes conterrâneos de diferentes gerações, Junio é um elo perdido de finésse entre Nação Zumbi, Mombojó, Otto, Eddie, Mundo Livre S/A. E o segredo ele mesmo entrega: fazer música essencialmente brasileira, amá-la e respeitá-la como às vezes pareceu que ia ser proibido fazê-lo, e jogar-se nisso com poesia e suavidade. Sim, a música brasileira é foda demais!

Sua carreira ganhou a capital emprediarada que junta o Brasil todo numa reunião de negócios só, suas canções foram parar na ponta da língua das mais importantes cantoras do Brasil - Gal Costa, Céu, Maria Rita, Vanessa da Mata, entre outras -, sua elegância e malícia sutil, com cadência madura e bucolismo urban friendly, tomaram de assalto o imaginário ébrio dos homens na madrugada, tanto quando querem desculpa pra farrear como quando querem um versinho para citar antes de dormir. E o Brasil que a música de Junio Barreto filtrou em ilustrações encadeadas é um bróder com sorriso cativante, camisa leve e a cabeça cheia de arabescos e pepinos inevitáveis apaixonado por uma morena de vestido florido e cabelo solto. A paixão brasileira é foda demais!

Conheça mais do som deste monstro das regras de ouro em soundcloud.com/juniobarretomusica 
ou escute aqui em baixo: 

 

O vídeo Junio Barreto por TricTric, assim como todos os videos que estão por vir, teve uma equipe muito bacana por trás, dando suor e felicidade. Trata-se desse pessoal aqui, ó:

Produtora // HARD site / facebook / vimeo )
Direção // Gustavo Vargas
Direção de Fotografia // Gustavo Vargas + Rafael Avancini
Direção de Arte e Design // Leo Lage ( site )
Direção Executiva // Simone Beckel
Montagem // Gustavo Vargas
Colorização e Motion Graphics // Rod Cauhi
Trilha // Junio Barreto ( soundcloud )
Estúdio // HARDHouse ( site / facebook / vimeo )

E só mais um detalhe: Gustavo Vargas também é responsável pelos cliques belíssimos dos músicos. Sinistro, né?

Martin Mendonça por TricTric

 

//Perguntas para um PERFIL NADA FAKE // por Carlinhos Carneiro // Crooner // Escritor

Martin Mendonça é Foda Demais!
Os artistas TricTric foram expostos ao Infalível Método Só Mascarenhas de Reconhecimento da Alma Humana com 3 Perguntas, desenvolvido para sacar qualé a das pessoas envolvidas nas mais diversas atividades, mundanas ou espirituais, e geralmente colocado em prática sem nenhum propósito maior, além do mero small talking during dinners. Lhes foi pedido que respondessem às próximas 3 (três) perguntas sem pensar muito, deixando as palavras fluírem como um iceberg derretido pelo aquecimento global boiando em um oceano estranho e distante de seu lar - antes, portanto, dele perceber-se um pedaço de gelo sem lar (mar):

CC: Qual a cor mais linda para se usar em um dia péssimo?
Pela manhã vermelho, de tarde azul, e a noite preto.    

CC: Que tipo de gente você gostaria de ter ao seu redor em uma balsa para o Paraíso? (existem inúmeras cidades, bairros, prédios, bares, lojas, puteiros ou lan houses chamados Paraíso por aí. Escolha o seu e responda a pergunta pensando nele, belê?!)
 As mesmas que eu gostaria de ter numa balsa pro Inferno ou pra qualquer outro lugar. Elas são bem diferentes entre si mas são as poucas e boas que estão sempre na balsa comigo, chova ou faça sol.   

CC: O que cantam as vozes que moram na sua cabeça?"
Canções chatas e monocórdicas que versam sempre sobre paranoias impossíveis, saudades inúteis e ciúmes sem cabimento. Minha vida é tentar calar essas vozes, ou pelo menos cantar mais alto do que elas. As vezes dá certo.

Então, quem é Martin Mendonça?! Só Mascarenhas conclui:
Tá escrito lá no wikipedia, se for mentira não me culpem, que foi um namorado da sua tia que apresentou uma guitarra ao Martin, aos 13 anos. Que dado pra se colocar no wikipedia, hein?! Mas, imagino, se tá lá, é porque o tal do momento foi importante, claro. Fiz um filminho mental da cena: o tal do namorado da tia chamando o Martin no telefone e dizendo “Rapaiz, você já tem treze anos e já está mais do que na hora de conhecer uma das coisas mais importantes da vida.”; na minha cabeça perturbada e cheia de fantasias, o menino Martin era um tímido adolescente louco pra dizer no colégio que foi o primeiro da turma a perder a virgindade e se empolgou todo, tomou banho, enxaguou a boca com dose dupla de cepacol, botou uma camisa bacanuda toda estampada e florida pra dentro das calças e ficou parado na sala esperando o tal namorado da tia dele chegar.

Como será que era o nome do namorado esse? Não achei em lugar nenhum, e o Martin não respondeu aos sinais de fumaça que mandei, então o chamarei de Mister N. O cara chega e o convida, “Vem comigo! Vamos dar uma volta de carro.”, as pernas do menino começam a tremer na rua – e não era frio, estamos em Salvador, na Bahia, e estava quente (imagino eu. tudo isso.) -, eles chegam a um lugar... Aonde poderia ser? Numa loja de instrumentos? Não, muito óbvio. Na casa do Mister N? Meio creepy. Já sei: num açougue! Por alguma razão familiar ou profissional o Mister N guardava suas guitarras e equipamentos num açougue. Na garagem do açougue d’um primo dele, onde trabalhava durante a semana – na contabilidade. O Martin se sentiu aliviado, “Ah, ele queria me mostrar suas guitarras...”, passou o pânico que estava fazendo suas juntas gemerem, e, despretensiosamente, quando ele pegou a primeira guitarra nas suas mãos, percebeu-se automaticamente tomado por um amor fraternal eterno e simbiótico. Anos depois, cá estamos, e Martin Mendonça é um dos maiores mestres da guitarra elétrica no Brasil. E, tá ligado, né: A guitarra elétrica brasileira é foda demais!

O Martin é um queridão! Toda vez que estivemos juntos essa avaliação ficou ecoando na minha cachola, “Tchê, que guri querido!”. Tenho certeza que a guitarra pensou algo parecido. Tanto que eles ficaram íntimos. Juntos, participaram, nos anos 90, de bandas muito massa da cena soteropolitana, como Malefactor e Dr. Cascadura, e em 2004 se debandaram pra São Paulo, para acompanhar a conterrânea Pitty, assim que o guitarrista anterior dela, Peu Sousa, deixou de tocar com a banda. Todo parceirão, musical e pilhadaço que ele é, surgiram em seguida também os projetos paralelos que Martin realizou com o pessoal da Pitty.

Com a própria cantora ele criou o Agridoce, com o baterista Duda Machado lançou o disco “Dezenove Vezes Amor” e desde 2015, paralelamente aos projetos da Pitty, está divulgando seu disco solo, Quando Um Não Quer..., que é cheio de participações e realiza shows em variados formatos, em todos os cantos do país, sempre prezando pelo clima de broderagem. Afinal, se tem algo que o Martin exala, além da boa música, é que broderagem brasileira é foda demais!

Conheça mais do som deste monstro das regras: 

O vídeo Martin Mendonça por TricTric teve uma equipe muito bacana por trás, dando suor e felicidade. Trata-se desse pessoal aqui ó:

Produtora // Recheio Digital site / facebook / instagram  )
Direção // Gustavo Vargas
Direção de Fotografia // Gustavo Vargas + Rafael Avancini
Direção de Arte e Design // Leo Lage ( site )
Direção Executiva // Simone Beckel
Montagem // Gustavo Vargas
Colorização e Motion Graphics // Rod Cauhi
Trilha // Martin Mendonça ( facebook / spotify )
Estúdio // Gustavo Vargas Studio site / facebook / instagram )

E só mais um detalhe: Gustavo Vargas também é responsável pelos cliques belíssimos dos músicos. Sinistro, né?

 

A Música Brasileira é f*** demais. #teaser

É com essas imagens e a sonzera do Gabriel Guedes que estreamos nosso site novo e o teaser da campanha que vem chegando. 

A Música Brasileira é Foda Demais! Sim, é bem por aí mesmo! Sendo brasileiros, somos formados por uma mistura incrível de cores, sons, vibrações e sensações. E isso é muito bom! O resultado é uma explosão de criatividade sensorial. Acompanhe por aqui nosso manifesto de amor pela música brasileira, através da visão da obra de 5 artistas convidados pela TricTric. Eles são nosso exemplo da extensão incrível de todo esse derretimento cultural que é o Brasil. Convidamos você a conhecer um pouco mais sobre a essência desse time da pesada: 

// Tony Gordin
// Junio Barreto
// Guri Assis Brasil
// Martin Mendonça
// Laya 

O vídeo teaser, assim como todos os videos que estão por vir, teve uma equipe muito bacana por trás, dando suor e felicidade. Trata-se desse pessoal aqui, ó:

Produtora // HARD site / facebook / vimeo )
Direção // Gustavo Vargas
Direção de Fotografia // Gustavo Vargas + Rafael Avancini
Direção de Arte e Design // Leo Lage ( site )
Direção Executiva // Simone Beckel
Montagem // Gustavo Vargas
Colorização e Motion Graphics // Rod Cauhi
Trilha // Gabriel Guedes
Estúdio // HARDHouse site / facebook / vimeo )

E também, por trás disso tudo, existe outro pessoal que fez de tudo para isso nascer:

Direção Executiva // Simone Beckel
Direção de Arte e Design // Leo Lage
MasterBlaster das Programações e Visionário // Gabriel Giacomini
Culpado disso tudo acontecer e Contador // Rogerio Gonzales

É isso! Sejam bem vindos ao mundo TricTric. E conheçam a música brasileira é foda demais! 

Guri Assis Brasil por TricTric

 

// Perguntas para UM PERFIL NADA FAKE // Por Carlinhos Carneiro  // Crooner // Escritor //

Os artistas TricTric foram expostos ao Infalível Método Só Mascarenhas de Reconhecimento da Alma Humana com 3 Perguntas, desenvolvido para sacar qualé a das pessoas envolvidas nas mais diversas atividades, mundanas e espirituais, e geralmente colocado em prática sem nenhum propósito maior, além do mero small talking during dinners. Lhes foi pedido que respondessem às próximas 3 (três) perguntas sem pensar muito, deixando as palavras fluírem como um iceberg derretido pelo aquecimento global boiando em um oceano estranho e distante de seu lar - antes, portanto, dele perceber-se um pedaço de gelo sem lar (mar):

CC: Qual a cor mais linda para se usar em um dia péssimo?
Guri: Sempre opto por cores neutras: Cinza, preto, branco. Indiferente se tenha sido um dia bom ou ruim. Um dia péssimo opto pelo amarelo queimado da cerveja. 

CC: Que tipo de gente você gostaria de ter ao seu redor em uma balsa para o Paraíso (existem inúmeras cidades, bairros, prédios, bares, lojas, puteiros ou lan houses chamados Paraíso por aí. Escolha o seu e responda a pergunta pensando nele, belê?!)
Guri: Aqui em São muitas vezes já rumei em direção ao metro Paraíso. Em dias de chuva ter uma balsa seria bem útil. O campo aonde me criei se chamava paraíso. Meus amigos sempre seriam bem vindos nessa balsa. Costumo dizer que só trabalho com amigos, mesmo que esse amigos eu não demore nem 15 minutos para considera-los entre um gole e outro. Um médico seria bom também, sou um pouco hipocondríaco, em um nível de não poder assistir o seriado House.  

CC: O que cantam as vozes que moram na sua cabeça?
Guri: Elas cantam o dia inteiro na minha cabeça. Elas de fato são ansiosas e hiperativas. Quando cantam melodias dificilmente eu gravo, se tivesse gravado tudo que pinta pelo meu cérebro talvez já estivesse no décimo disco.

Então, quem é Guri Assis Brasil?! Só Mascarenhas conclui:
Vai parecer exagero, ou descrição de príncipe de conto de fada, mas não. O Guri é bom em tudo que faz. Diz a lenda (e a mãe dele, que é minha amiga), que o Guri foi um prodígio no tênis nos anos 90, quando a raquete estava em alta e Guga Kuerten e Meligeni eram exemplos a serem seguidos pelos jovens. Participou de campeonatos e estava se destacando no ranking da sua categoria quando um contratempo (que eu não tenho tempo agora pra inventar dizer que sei qual foi) rolou, e então ele teve que se afastar do esporte. O mesmo teria acontecido no golfe. Sim, o Guri jogava golfe quando era guri – é o tipo de coisa que se faz quando se mora em Santana do Livramento, na fronteira entre o Brasil e o Uruguai, e se é um dos herdeiros de um castelo. Ah, sim, esqueci disso: ele é herdeiro de um castelo – eu disse que pareceria a descrição de um príncipe, não?! E, no final das contas, vem da família a herança da qual ele mais se orgulha (bem mais do que um dia ter direito a dividir um quarto num castelinho na região da campanha gaúcha com um bando de primos distantes): a música! Seu pai era um pianista de mão cheia, fã de Elton John, e a mãe tocava acordeão e vivia cantando e amando canções mil, a música estava por todos os lados. Na família também estavam modelos para admiração: os primos Victor e João Carlos Assis Brasil são instrumentistas aclamados internacionalmente no jazz e na erudita – sim, havia parente escritor famoso também, mas a paixão primeira era a música.  Tanto que, mesmo depois de se formar em publicidade na ESPM– com louvor e nota alta no TCC -, ele resolveu dedicar-se exclusivamente à guitarra, que já empunhava defendendo sua banda, a cultuada Pública, com a qual gravou três discos, ganhou prêmios, elogios e respeito nacional. 

Ele é bom em tudo que faz, eu já disse, e é um fazedor de amigos nato, um agregador e tanto e um excelente assador de churrasco (ele tinha uma churrasqueira no quarto dele em Porto Alegre!) e promotor de encontros em louvor à cevada, como todo grupo de amigos merece ter. Entre os grupos que ele reuniu em brincadeiras musicais (e etílico-proteicas) está o Império da Lã, um juntêdo de amigos das mais diversas experiências musicais da cena gaúcha (e às vezes de fora), sem formação, repertório ou estilo fixo, que fez bailes tocando um monte de coisas que suas bandas oficiais não tocariam, shows tocando álbuns clássicos impossíveis de reproduzir ao vivo com impressionante fidelidade aos arranjos originais e até churrasco em cima do palco, ao vivo.  Com essa experiência desregrada no currículo, somada à sua curiosidade e amor à música e facilidade para fazer e cultivar amizades, não restava dúvidas que ir à cosmopolita São Paulo de muda seria uma oportunidade bem sucedida. Pra lá ele se foi com os colegas da Pública, e logo começou a tocar com grupos e artistas diferentes aqui e acolá, experimentando e tornando-se expert com facilidade de novos ritmos e linguagens – acompanhou gente grande, como Baby do Brasil, entrou para a banda do pernambucano Otto e, resgatando uma paixão fronteiriça pela cumbia, montou o La Cumbia Negra, ao lado do Gordo Miranda e do companheiro de Pública Guilherme Almeida (que faz parte da banda da Pitty), entre outras tantas aventuras. Entre essas tantas ainda gravou um disco solo, “Quando Calou-se a Multidão”, e agora prepara-se para lançar o segundo, em projeto premiado pelo Natura Musical.


Esse Guri é Foda Demais!


Conheça mais do som deste monstro das regras de ouro em soundcloud.com/guri-assis-brasil
ou escute aqui em baixo: 

 

 O vídeo Guri Assis Brasil por TricTric, assim como todos os videos que estão por vir, teve uma equipe muito bacana por trás, dando suor e felicidade. Trata-se desse pessoal aqui, ó:

Produtora // HARD site / facebook / vimeo )
Direção // Gustavo Vargas
Direção de Fotografia // Gustavo Vargas + Rafael Avancini
Direção de Arte e Design // Leo Lage ( site )
Direção Executiva // Simone Beckel
Montagem // Gustavo Vargas
Colorização e Motion Graphics // Rod Cauhi
Trilha // Guri Assis Brasil ( facebook / soundcloud / youtube )
Estúdio // HARDHouse ( site / facebook / vimeo )

E só mais um detalhe: Gustavo Vargas também é responsável pelos cliques belíssimos dos músicos. Sinistro, né?

Tony Gordin por TricTric

 

// Perguntas para UM PERFIL NADA FAKE // Por Carlinhos Carneiro  // Crooner // Escritor //

Os artistas TricTric foram expostos ao Infalível Método Só Mascarenhas de Reconhecimento da Alma Humana com 3 Perguntas, desenvolvido para sacar qualé a das pessoas envolvidas nas mais diversas atividades, mundanas e espirituais, e geralmente colocado em prática sem nenhum propósito maior, além do mero small talking during dinners. Lhes foi pedido que respondessem às próximas 3 (três) perguntas sem pensar muito, deixando as palavras fluírem como um iceberg derretido pelo aquecimento global boiando em um oceano estranho e distante de seu lar - antes, portanto, dele perceber-se um pedaço de gelo sem lar (mar):

CC: Qual a cor mais linda para se usar em um dia péssimo?
Tony: A cor que quiser, é tu próprio que vai fazer o dia ir de péssimo a melhor.

CC: Que tipo de gente você gostaria de ter ao seu redor em uma balsa para o Paraíso (existem inúmeras cidades, bairros, prédios, bares, lojas, puteiros ou lan houses chamados Paraíso por aí. Escolha o seu e responda a pergunta pensando nele, belê?!)
Tony: Gente super super super super super super super legal de verdade.  

CC: O que cantam as vozes que moram na sua cabeça?
Tony: São vozes que soam mais ou menos como um coro (mulheres&homens super legais) de brasileiros/a russos/a holandeses/a romanos/aos do sul da africa do norte, mas que viveram um tempo na India e no Brasil, com uma breve passagem pela Sibéria e o Havai, cantando "o amor é maravilhosamente eterno e foda de verdade" em ritmos e melodias que misturam tudo, com uma ênfase no rock'n roll.

Então, quem é Tony Gordin?! Só Mascarenhas conclui:
Só pode ser conspiração dos astros, armadilha do destino, ou pregação de peça das deusas, a história da família de Tony Gordin, guitarrista e vocalista da banda Delvindelux. Sua avó paterna era professora de piano formada no conceituado conservatório de Odessa. Seu pai, um judeu russo nascido na China, se estabeleceu no Brasil após sua família escapar do oriente refugiada de guerra, e abriu a casa noturna “Stardust” – para a qual selecionou como músicos, com instinto e alma de artista que tinha, donos de significativas carreiras de prestígio, como Hermeto Paschoal, Airto Moreira e Jair Rodrigues, que então estavam começando na música. A fama de ambiente com a melhor música levou à “Stardust” celebridades do futebol como Pelé, da política, com Juscelino Kubitschek e Bob Kennedy, e das artes, como o ator Cliff Robertson e músicos como Nat Adderly (irmão do legendário Cannonball Adderly), que acabavam fazendo jam sessions no estabelecimento, após seus concertos no Brasil. O irmão de Tony é Lanny Gordin, referência na guitarra brasileira, principalmente entre os anos 60 e 70, quando tocou em alguns dos mais cultuados discos da história fonográfica nacional, clássicos de gente como Gal Costa, Jards Macalé, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Erasmo Carlos. E é um fato inegável que o resultado dessas histórias de vida crava seus personagens, cidadãos do mundo, na caldeira efervescente da miscigenação cultural brasileira, que é foda demais!


Tony começou a tocar bateria profissionalmente aos 13 anos, ao lado de seu pai e irmão, na noite paulista, dando início a uma impressionante vivência musical, tendo acompanhado, em palco ou estúdio, expressivos (e diversos) nomes da música brasileira e internacional: Rivers Cuomo(Weezer), Mike Patton (Faith No More), Billy Mohler (Lee Scratch Perry, Herbie Hancock, Wayne Shorter, Macy Grey), Sergio Dias (Mutantes), Lucio Maia (Nação Zumbi) Criolo, Tulipa Ruiz, Guizado, Kiko Dinucci, M.Takara, Daniel Ganjaman, Céu, Kiko Zambianchi, Max B.O., Kamau, Fernando Catatau, Thalma de Freitas, entre muitos outros... Um acúmulo de informações e influências, ricas em lactobacilos vivos, para a experiência a qual ele se entregou desde 2003, a banda Delvindelux, onde ele mostra sua porção extremamente performer, enquanto vocalista e guitarrista de supreendente pop contemporâneo, repleto de sacadas e timbres vintage, mas antenado nas indiezices de hoje em dia.

Música feita no Brasil, para o Brasil e o Mundo, em inglês. Por que inglês? A gente responde: Porque até a Música Cantada em Inglês Brasileira é Foda Demais!

Conheça mais do som deste monstro das regras de ouro em soundcloud.com/delvindelux 
ou escute aqui em baixo: 

 O vídeo Tony Gordin por TricTric, assim como todos os videos que estão por vir, teve uma equipe muito bacana por trás, dando suor e felicidade. Trata-se desse pessoal aqui, ó:

Produtora // HARD site / facebook / vimeo )
Direção // Gustavo Vargas
Direção de Fotografia // Gustavo Vargas + Rafael Avancini
Direção de Arte e Design // Leo Lage ( site )
Direção Executiva // Simone Beckel
Montagem // Gustavo Vargas
Colorização e Motion Graphics // Rod Cauhi
Trilha // Delvindelux ( facebooksoundcloud / vimeo )
Estúdio // HARDHouse site / facebook / vimeo )

E só mais um detalhe: Gustavo Vargas também é responsável pelos cliques belíssimos dos músicos. Sinistro, né?

Nosso Manifesto

POR CARLOS CARNEIRO, LEO LAGE, SIMONE BECKEL E TRICTRIC